Du texte a l'action by Paul Ricoeur

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Ora, a lei não é a própria potência da razão. Semelhantemente, não é também certo hábito da razão, pois os hábitos da razão são as virtudes intelectuais das quais se tratou acima (q. 57). E nem é ela ato da razão, pois, neste caso, havendo cessado o 35 ato da razão, cessaria também a lei, como ocorre com os que dormem. Donde não ser a lei algo da razão. 3 – Além disso, a lei move os que a ela estão sujeitos a agir com retidão. Ora, mover à ação é próprio da vontade, como é patente em razão do que já foi preestabelecido (q.

Eis porque foi necessário ser dupla a lei divina, como já se disse (cf. corpo). ARTIGO VI Se há uma lei da concupiscência No que concerne ao artigo sexto, assim se procede. Parece não haver alguma lei da concupiscência. 1 – Diz, com efeito, Isidoro nas Etimologias (c. 3, PL 82, 199) que “a lei tem consistência mediante a razão”. Ora, a concupiscência não tem consistência mediante a razão, mas, as mais das vezes, desvia da razão. Portanto, a concupiscência não é dotada da razão da lei. 2 – Além disso, toda lei é obrigatória, de tal modo que os que não a observam dizem-se transgressores.

Mas a Natureza não se excede no supérfluo tanto quanto não é deficiente no necessário. Portanto, não há lei natural para o homem. 2 – Além disso, o homem é ordenado em seus atos para o fim mediante a lei, como acima se estabeleceu (q. 90, a. 2). Ora, a ordenação dos atos humanos para o fim não se faz pela natureza, como ocorre com as criaturas irracionais, que agem em vista do fim apenas mediante o apetite natural. Mas o homem age em vista do fim mediante a razão e a vontade. Portanto, não há para o homem alguma lei natural.

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